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Releases: Escola dos Mortos

Letras em português e uma sonoridade bem mais sombria do que o habitual. Assim pode ser descrita a Escola dos Mortos. Entre as bandas que são influência: Queens of the Stone Age, Black Sabbath, The Stooges, Pixies, Killing Joke, Melvins...


Além de lutar pelo seu espaço no underground, a banda tem feito muitos contatos fora do Brasil, inclusive tendo uma de suas faixas mixada e masterizada por um colega australiano,Mitch Lah do Jonestown audio que curtiu as composições e resolveu embarcar “no amor” para finalizar a musica "Estou em chamas".o EP homônimo, também conhecido como o “EP da mosca”, pela sua capa um tanto tétrica, foi gravado e produzido pela própria banda em um home studio.


O primeiro EP da “Escola” – como é chamado o projeto entre os amigos – é de 2013 e conta com cinco músicas, das quais se destacam “Sorrir é deixar morrer” e a instrumental “Sem título”. A primeira abre com um riff ‘lo-fi’ que inicialmente remete ao clássico Led Zeppelin, mas no verso explode em um grunge sincopado e insano. A pausa para a entrada da letra, destaca o vocal soturno e o niilismo dos versos “Nada é do jeito que está/(...)Sorrir é deixar morrer”. Certamente já um ‘hit’ da banda nos shows, “Sorrir...” termina com um solo afiado, econômico e tenebroso. De uma nota. Já “Sem título”, também um petardo por excelência, desce ao subterrâneo do ‘indie shoegaze’ e evoca Pink Floyd do período psicodélico com guitarras que provém um clima etéreo.

Usando esses termos, a banda parece outra traquitana pretensiosa que os roqueiros gaúchos aparentemente tendem a idolatrar. Porém, é exatamente o contrário. Os integrantes da “Escola” não rezam pela cartilha popularmente adotada pelos rockstars, e vão direto ao ponto. O primeiro trabalho foi gravado na casa do vocalista e guitarrista Marcone Rebelo, também responsável pelas letras da banda. Entretanto, agora a banda pretende alçar vôos maiores e está atualmente trabalhando num segundo lançamento, possivelmente um álbum de longa duração. Além disso, a “Escola” vem lançando esporadicamente algumas faixas que integrarão o novo trabalho, tais como “Teu controle”, “Em colapso” e o grunge-blues “Estou em chamas”. Todas têm aquela pegada arregaçante dos anos noventa e contam – além dos vocais e guitarra de Marcone – com Diego Souza na bateria, Johnny Torres no baixo e Ralph Goulart também tocando guitarra.




Alex F. Kegler

Ama música, fotografia, possui cinco projetos musicais, rádio web e administra o canalelectrorocknews.com ... www.alexkegler.wix.com/alexfkegler

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